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domingo, 26 de dezembro de 2010

Novas conclusões...

 (...e novas dúvidas!)

"Se os olhos não fossem solares, eles não veriam o Sol"
(Goethe)

Medo, ansiedade, necessidade de controle...

A busca por dinheiro, poder ou o acúmulo de bens não vêm de um mero sentimento inato de egoísmo (ou egotismo) que o ser humano carrega consigo como uma espécie de gene defeituoso.

Todas estas buscas (incluindo a busca por respostas) são tentativas errôneas de encontrarmos uma sensação de segurança em relação ao que nos cerca.

A ilusão de desconexão que costumamos vivenciar psicologicamente em nosso dia-a-dia, faz com que nos sintamos pequenos e indefesos em um Universo cujos limites são inalcançáveis, habitando um planeta que nos transporta como uma verdadeira e gigante nave espacial controlada por um piloto automático que fica dando voltas "no mesmo lugar", inseridos numa sociedade que parece nos cobrar atitudes e posições que, muitas das vezes, nos põem em conflito conosco mesmos.

Esta ilusão (maya) em que acreditamos tão piamente devesse à nossa ignorância (ou incultura como traduzido pelo Mestre DeRose) por não estarmos VIVENCIANDO o autoconhecimento obtido através da expansão da consciência que somente o Yôga proporciona. Tenho isto, comigo, como uma verdade.

Portanto, na minha condição de ignorante, pergunto-me:
  • Como é que eu posso saber disto se eu mesmo não tenho a sensação de ter a consciência assentada em um estado expandido?
  • Acredito que a mera EXPERIÊNCIA seja insuficiente para ocorram mudanças efetivas na vida de um indivíduo. Estas mudanças são resultados de uma VIVÊNCIA e não de um simples contato. Assim sendo, enquanto eu não vivencio um estado de consciência expandida, eu "sei" ou "acredito" que ele exista?
  • Se "tomar consciência" é assumir como verdade algo que já era verdadeiro... será que estou (ou estamos) em samádhi mas ainda não percebi?
Na verdade, não espero respostas externas para estas perguntas... só espero conseguir decidir-me a tempo e tirar minhas próprias conclusões...

quinta-feira, 31 de julho de 2008

O Tudo no Nada: Questões

por Pedro Gabriel.



Acredito que grande parte do "ser filósofo" é ensinar, aos outros, a filosofar. É levantar as questões que aqueles que ainda não se perderam (ou se acharam) em seus pensamentos deveriam estar fazendo se quisessem alcançar uma maior consciência frente a Humanidade e a si mesmos.

Seguem algumas questões que julguei interessante fazer em relação ao conto apresentado na postagem anterior, "O Tudo no Nada", e algumas outras que foram enviadas pelos nossos leitores.

Com relação aos comentários: não sei o por quê, mas não está funcionando. Eles chegaram via e-mail mesmo! Já estão trabalhando na solução para este problema. o.O

1 - A Felicidade tem hora marcada?
2 - Pode o Homem, controlar estes momentos de Felicidade? (Fazer a Felicidade durar para sempre?)
3 - Como o Homem define a Felicidade? Quais os mecanismos empregados nessa definição?
4 - Como o Hábito influencia a Felicidade?
5 - Questiona-se a Felicidade e seus motivos?
6 - Como estas perguntas influenciam nossa definição de Infelicidade?
7 - Felicidade existe?
8 - Quais as causas da Felicidade?
9 - É possível ao Homem, satisfazer-se?
10 - Até onde podemos controlar a Sorte?
11 - Esta Sorte já foi definida por Deus?
12 - Será que nosso livre arbítrio é limitado as regras pré-definidas por Deus?
13 - Deus define as leis morais do homem ou o homem define as leis morais de Deus?
14 - Deus define alguma coisa?
15 - Há Deus?
16 - Será, a causa motora da Infelicidade, a própria Felicidade?

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Perguntas, meus amigos. Várias perguntas e garanto-vos: São muito mais importantes (e interessantes) que as respostas encontradas, afinal, (fora da matemática) não há resposta inesgotável, isto é, que não seja base para outras perguntas.

Tens respostas e desejas partilhá-las? Tens outras perguntas e gostaria de fazê-las?

Envie-nos um e-mail (pedrofilosofia@gmail.com) ou deixe seu comentário.

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Quer contribuir com o blog? envie um e-mail para pedrofilosofia@gmail.com . Estamos recrutando! (mas não pagamos nada!)

o.O